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Sinopse
O MUSEU
O MACAM - Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, abre ao mundo a coleção de arte moderna portuguesa e arte contemporânea nacional e internacional que o colecionador Armando Martins iniciou em 1974 e continua a desenvolver.
Este espaço museológico assume um conceito inovador: The House of the Private Collections. Uma casa onde o privado se torna público, para receber e apresentar outras coleções privadas.
Além da exposição em permanência da coleção, o MACAM apresenta outras exposições temporárias aos seus visitantes e um programa paralelo de conferências e encontros que promove a reflexão em torno do programa expositivo.
Para além dos vários espaços expositivos, encontra obras site-specific instaladas no edifício, o jardim, espaços de restauração, a loja com produtos exclusivos e a deslumbrante antiga capela, dessacralizada, dedicada às artes performativas e à literatura. Uma ampla oferta que merece a sua visita.
UMA COLEÇÃO A DOIS TEMPOS
A coleção do MACAM, desenvolvida em dois momentos distintos, reúne um vasto conjunto de obras relevantes da arte portuguesa e internacional. Na primeira fase, iniciada em 1974, o colecionador Armando Martins focou-se exclusivamente na arte portuguesa, privilegiando os movimentos artísticos do século XX. A partir dos anos 2000 expandiu a coleção à arte internacional contemporânea, com especial incidência no final do século XX e século XXI.
A presente exposição, instalada nas Galerias 1 e 2 do piso térreo do Palácio, assume um carácter de permanência, por forma a oferecer uma visão abrangente da coleção e assegurar um acesso contínuo a obras significativas da história de arte, que caracterizam a coleção MACAM.
A Galeria 1 propõe um percurso pela arte portuguesa, com obras representativas desde o final do século XIX e sequentes movimentos artísticos do século XX, definidores do processo de modernidade da arte em Portugal, desde o naturalismo ao abstracionismo geométrico. Estruturando-se numa abordagem de orientação cronológica, este primeiro momento caracteriza-se pela predominância da pintura, complementada por trabalhos sobre papel e algumas esculturas. Embora centrada na arte nacional, esta secção inclui algumas presenças anacrónicas e disruptivas de artistas contemporâneos, nacionais e internacionais, que iniciam uma subtil interlocução a nível formal, temático ou conceptual, antecipadora da interação que se intensifica na segunda parte da exposição.
Na Galeria 2, o percurso ganha continuidade com obras de arte contemporânea, numa abordagem diversa organizada em diversos núcleos temáticos, que apresentam um diálogo entre artistas portugueses e estrangeiros. Nesta segunda parte da exposição permanente, é possível encontrar uma multiplicidade de linguagens, técnicas e suportes, como fotografia, vídeo e instalação, que transcendem os parâmetros tradicionais das épocas anteriores. As obras aqui reunidas refletem novas perspetivas desafiadoras e provocativas, explorando as relações entre passado e presente, bem como os diálogos e tensões de uma arte atenta às dinâmicas de um mundo onde as temáticas da globalização se entrelaçam com identidades, culturas e narrativas em transformação.
Promotores
Lunatejo - Gestão de Hotéis e Museus, SA.