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Sinopse
Senhor de uma presença discreta mas continuamente substancial
na movida musical deste burgo, Tó Trips amealha já praticamente quatro
décadas de ofício à guitarra, num caso raro de resiliência benigna e constante
inventividade. Músico, guitarrista e compositor, Tó Trips alcançou o seu
maior reconhecimento internacional com a dupla formada ao lado de Pedro
Gonçalves, os Dead Combo. Em digressões por todo o mundo, influenciou
significativamente a cena musical portuguesa com o seu estilo eclético,
misturando rock, blues e influências da música tradicional portuguesa.
Tó Trips é autor de uma vasta e premiada obra musical, frequentemente “resgatada”
pelo cinema e pela televisão para definir paisagens sonoras inimagináveis:
depois do seu álbum de estreia a solo Guitarra 66 (2009),
e seguinte projeto Guitarra Makaka: Danças a um Deus Desconhecido
(2015), lança Popular Jaguar (2023) disco de mistérios,
silêncios e lugares – com referências geográficas que vão de LA a Nápoles,
passando pela Nazaré – alusões à transcendência, e situações bem concretas do
quotidiano, num mosaico vivido e pleno de lirismo, numa tessitura de acordes
dolentes e notas que cortam com tudo aquilo que possa soar superficial. No
início deste ano, inicia um novo capítulo, onde se juntam Alexandre Frazão na
bateria, António Quintino no contrabaixo e Helena Espvall no violoncelo, que
com ele compõem os Fake Latinos. O álbum do grupo, Dissidente,
lançado em março, representa para Tó Trips "Uma mão cheia de
músicas, de lugares, de histórias de vida, por vezes mais escuras, outras mais
luminosas, sempre com um pé em Lisboa e outro fora. Onde o modo de tocar
guitarra do passado se encontra com o de hoje!”.
Promotores
Lunatejo - Gestão de Hotéis e Museus, SA.